“Clothes make the man. Naked people have little or no influence on society”.
Mark Twain
Mark Twain morreu sem conhecer o BBB, Carnaval, Outdoors, propaganda, Leblon…
Mark Twain
“Clothes make the man. Naked people have little or no influence on society”.
Mark Twain
Mark Twain morreu sem conhecer o BBB, Carnaval, Outdoors, propaganda, Leblon…
Mark Twain
Adjacent rooms = Two guest rooms next to each other, not connected by a door
Adjoing rooms = Two guest rooms located next to each other which are connected by a door between them.
Olá,
a gente ouve dizer: elimina o ego, luta, abafa ele para que o espírito se expresse.
não sei você eu ouço esse tipo de coisa
seguidamente e fico abismada
é o mesmo que dizer corta a língua porque ela
às vezes é inadequada
não é a língua vilã nem o ego vilão
é a educação que está voltada para o lado errado
é ela que está na contramão
O mapa do ser humano deveria ser a primeira coisa a ser estudada na escola, porque do jeito que a coisa vem se perpetuando, há milênios, vivemos como se saíssemos de uma concessionária em Londres, onde se dirige do lado esquerdo da rua, dirigindo um carro sofisticadíssimo, sem ter lido o manual, sem saber o que fazer com botões e painéis eletrônicos e sem ao menos a explicação básica, dada pelo vendedor da loja. É assim que temos vivido.
Se aprendêssemos a nos conhecermos, na escola, saberíamos que o ego vem no pacote e não é acessório. Faz parte do kit sobrevivência. Ele é um tipo de polícia social, juiz, regrador, e é evidente que se está no pacote não deve ter sido por acaso ou por engano, visto que todos temos. Mas vamos concordar que tudo, além de ter o seu contraponto, pode ser usado da forma que quisermos. Com as mãos se faz carinho e se mata, com o discurso se incentiva ou pisa na cabeça e afunda o outro, de vez.
Como tudo o que há em nós é para ser usado, o ego não foge à regra. Se não me domo, faço o que não devo e sou inconveniente, até certo ponto é o ego que ajuda na decisão de até onde posso ou devo ir.
mas se não souber usar o ego
como cavalo desgovernado
ele troteia por onde bem entende
e a gente acaba encrencado
O risco de deixar o ego a deriva é que, com esse negócio de autoridade e de ser o segurança da porta do inconsciente, o poder lhe sobe à cabeça e já sabemos o que isso gera no outro, no vizinho, no parente, na comadre. E como a gente só enxerga o outro, com os dois olhos bem na frente e no alto, vai deixando o ego solto, livre, e ele vai dominando mais, quanto menos conscientes estamos. A vigília é para sempre, diz o Paulinho: “é para a eternidade, mãe”.
Talvez pelo fato de ego em latim e εγω no grego quererem dizer eu, a gente acredite que é o ego, assim como tem gente que acredita ser o carro que dirige, a roupa ou as jóias que veste.
ego truculento ocupa espaço demais e amedronta
ego fracote ocupa espaço de menos e amedronta
ego sem limite é descontrolado e amedronta
Medo é um bom termômetro para a gente saber se o ego vai bem obrigada, e se vai na direção que o Eu completo e verdadeiro escolhe para si.
Um bom método de direcionar o ego, de calibrá-lo, é medir o medo e quebrar hábitos, desapegar-se de razões e certezas e jogar fora o crachá onde se lê: controlador.
E o seu crachá, onde está?
Pense nisso, ou não, e até a semana que vem

Console Xbox 360 + Cabo HDMI
+ Fable 2 + Banjo-Kazooie:
Nuts & Bolts
agora me diga com sinceridade: você entende a descrição desse produto, numa boa? Na primeira lida? Ou só depois de consultar seu filho de dez? Sem filho pequeno? neto serve. Nem um nem outro? Se está lendo o que eu estou dizendo é porque internete tem. Vale consultar. Eu, impulsiva que sou para certas coisas, ainda não consultei e estou escrevendo lá do fundo do espanto da minha ignorância nessa área, seja ela qual for, e nessa língua. Vou consultar porque não resisto a tamanho desafio.
Hi, students,
Since this weekend I looked the ego in the face, everything I read brings it back to me. So, here is a text related to it:
In today’s excerpt, John Steinbeck eulogizes his recently deceased friend, Ed Ricketts:
I have tried to isolate and inspect the great talent that was in Ed Ricketts, that made him so loved and needed and makes him so missed now that he is dead. Certainly he was an interesting and charming man, but there was some other quality that far exceeded these. I have thought that it might be his ability to receive, to receive anything from anyone, to receive gracefully and thankfully, and to make the gift seem very fine. Because of this everyone felt good in giving to Ed–a present, a thought, anything.
Perhaps the most overrated virtue in our list of shoddy virtues is that of giving. Giving builds up the ego of the giver, makes him superior and higher and larger than the receiver…It is so easy to give, so exquisitely rewarding. Receiving, on the other hand, if it is well-done, requires a fine balance of self-knowledge and kindness. It requires humility and tact and great understanding of relationships. In receiving, you cannot appear, even to yourself, better or stronger or wiser than the giver, although you must be wiser to do it well.
It requires self-esteem to receive–not self-love but just a pleasant acquaintance and liking for oneself.
John Steinbeck, The Log from the Sea of Cortez, Appendix, “”About Ed Ricketts”", Penguin Books, 1951, pp. 272-3
look someone in the face and look someone in the eye; stare someone in the face
Fig. to face someone directly. (Facing someone this way is a sign of sincerity.) I don’t believe you. Look me in the eye and say that, She looked him in the face and said she never wanted to see him again.
See also: face, look
McGraw-Hill Dictionary of American Idioms and Phrasal Verbs. © 2002 by The McGraw-Hill Companies, Inc.
eulogize |ˈyoōləˌjīz|
verb [ trans. ]
praise highly in speech or writing : Cotton Mather eulogized him as the embodiment of Christian altruism | a plaque that eulogizes the workers. See note at praise .
DERIVATIVES
eulogist |-jist| noun
eulogistic |ˌyoōləˈjistik| adjective
eulogistically |ˈyoōləˈjistik(ə)lē| adverb
deceased |diˈsēst| formal Law
noun ( the deceased)
a person who has died : in memory of the deceased.
adjective
dead; no longer living : the cremation of a deceased person.
decease |diˈsēs|
noun [in sing. ] formal or Law
death : a doctor’s sudden decease.
Enjoy!

Olá,
Sou fã de carteirinha da tela mental. Aquela que vem no pacote básico do ser humano; branca como as telas de cinema, para que a gente projete o que quiser e produza a própria história. Cenário, iluminação, personagens, flashbacks, incursões no futuro, trilha sonora, efeitos especiais… a obra é nossa.
A tela mental é indispensável, por exemplo, na manutenção e treinamento da memória. Nosso cérebro armazena a informação mais facilmente se vier acompanhada ou for enriquecida com imagem: externa ou interna, vista ou criada por você. Visualização e compreensão turbinam a memorização.
Ela também é preciosa no aprendizado de idiomas. Você projeta a imagem do que ouve, associa som e imagem, e… ponto para você.
Nela podemos projetar anseios, e as imagens dão uma ideia do que seria o teu sonho transformado em realidade. O termômetro é bom; você vai perceber que enquanto pensa e assiste à projeção do teu pensamento, todos os teus corpos reagem. Fica mais fácil perceber quando se está sabotando ou envenenando através de pensamentos ou atitudes doentes. Por outro lado também vai ficando cada vez mais fácil sentir e perceber a leveza e a dança dos corpos quando se imagina algo que é bem vindo. Dá para começar a separar o joio do trigo.
Mas o que eu quero, mesmo, é convidar você a acionar a tua tela mental e comigo projetar a Vida como um jogo em 3 dimensões; um tabuleiro com pequenas depressões – quadrados vazios, como caixinhas sem tampas – a serem preenchidas. Você vai vivendo, pensando, falando, ouvindo, olhando numa e noutra direção, e escolhe que caixinha preencher, como e com o quê; desenhando assim a Vida. O tempo do jogo varia de jogador para jogador, e nunca se sabe quando vai mudar de fase e nem quando vai soar o apito final. Ao longo do jogo aparecem curingas que geralmente piscam e saracoteiam feito bagres ensaboados, e se a gente vacila, fica a ver navios.
Veja um tabuleiro não estático. Ele desliza normalmente para a esquerda, deixando à mostra um pouco do passado recente – para que se possa rever as últimas intervenções – o hoje sendo construído – desenhado, elaborado, destruído, rabiscado, ignorado – e parte do amanhã sonhado. Mas tudo pode acontecer. Tudo é possível enquanto se está jogando. Tempo é Vida.
Diferentemente dos jogos em que destreza manual e agilidade mental são predicados fundamentais, no jogo da Vida o trunfo é a consciência ampliada e afiada. Consciência da Essência e do Caminho. Capacidade de estar acordado, de ver, perceber e sentir, com todas as células de todos os corpos, a Vida que se oferece, se entrega aberta, receptiva à tua intervenção. Convidando eternamente para que você Viva.
Imagine, projete, modifique o sonho, retoque a cena e tente não perder os curingas.
Pense nisso, ou não, e até a semana que vem.
Maria Lucia Solla é terapeuta, professora de língua estrangeira e realiza curso de Comunicação e Expressão. Aos domingos, escreve no Blog do Mílton Jung provocando imagens na nossa mente.
A imaginação é muito mais importante que o conhecimento. A mente que a ela se abre jamais volta ao tamanho original. O pensamento nos leva daqui até ali, mas a imaginação aonde bem entende. (Einstein)
Tema: Rubric. Blog no WordPress.com.